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livrosquesãoamigos

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Já leio há muitos anos,bom alguns (não sou nenhum dinossauro). O meu primeiro livro de gente grande foi "Os fidalgos da casa mourisca" talvez com 14 anos. Depois de ter lido tudo dos 5 dos 7,e dos vários colégios da Enid Blyton, apaixonei-me pelo meu 1º clássico. Sempre fugi dos contemporâneos, na altura não me lembro se tentei ler algum que não tivesse conseguido, mas fiquei com uma ideia chata dos novos escritores e fugia deles. Por outro lado amei ,e amo, o mais que querido Eça, o queridissimo Julinho (Júlio Dinis), ou o amigo Camilo. Os Maias foram relidos creio que pelo menos 3 vezes. É impossivel esquecer aquelas personagens. A 1º vez que o li foi de livre e espontânea vontade, porque não o dei no liceu, e ninguém entendia o porque da minha paixão, porque de uma maneira geral todos detestaram por terem sido obrigados a ler. Até o "Amor de perdição"  foi uma agradável surpresa para mim, uma vez que aquilo que conhecia da obra, limitava-se aos filmes que eram um bocadinho entediantes. Depois descobri Miguel de Sousa Tavares. O Equador fez-me acreditar nos nossos outra vez. Até fãn fiquei da Luisa Castel Branco, o seu 1º livro "Alma" é realmente surpreendente. E aí definitivamente reconciliei-me com os nossos escritores portugueses. José Rodrigues dos Santos dá-nos informação preciosa em quase todos os seus livros. E ainda viajamos de graça ao Portugal do inicio do séc. 20, como com" A filha do capitão" ou "A vida num sopro". Entretanto tenho dado uma oportunidade também aos mais novos, Afonso Cruz, João Tordo, José Luis Peixoto e a outros não tão novos como Alice Vieira, José Jorge Letria, Mia Couto, leiam "Venenos de Deus, Remédios do Diabo" é de uma emotividade que não consigo explicar. Arranjarei tempo para escrever mais sobre outros amigos também.

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